Banco BV

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O banco BV – nova marca do Banco Votorantim, anunciada ao mercado no fim de 2019 – encerrou o ano com lucro líquido de R$ 1,4 bilhão. O montante é 29% maior do que o do período anterior em consequência de efeitos positivos na receita, com linhas de negócio de varejo aquecidas e segmento de atacado com ativos médios mais rentáveis, e na redução de despesas, que teve ganhos de eficiência em decorrência de projetos de transformação digital e controle de inadimplência.

A transformação digital pela qual o BV vem passando é fundamental nesse cenário por contemplar três frentes. A primeira está relacionada à geração de eficiência nos processos internos. Nesse sentido, a instituição é hoje o quinto maior banco privado do País considerando o total de ativos, de acordo com o ranking do Banco Central, e detém o melhor índice de eficiência entre seus pares, sob a ótica da relação entre despesas e receitas. A segunda frente posiciona a transformação digital como agente de diversificação de receitas, o que requer definir os segmentos nos quais ingressar por meio de distribuição majoritariamente digital. 

 


Nessa linha, avançou, no ano, a parceria com fintechs, como a Weel, desenvolvedora de plataforma que se conecta à gestão de caixa e possibilita antecipar os recebíveis dos fornecedores de grandes clientes do atacado. Outro exemplo foi a concessão de empréstimos a pessoas físicas 100% digital, fruto de alinhamento com a plataforma Just. Paralelamente, o BV, em parceria com o fundo de private equity General Atlantic (GA), realizou o aporte de R$ 400 milhões na Neon Pagamentos, que já superou a marca de 2 milhões de contas abertas. Os recursos desse aporte serão utilizados na ampliação da oferta de produtos, incluindo o desenvolvimento de modalidades de crédito e alternativas de investimentos. aos clientes, além de campanhas publicitárias, tecnologia e contratação de talentos.

Já a terceira frente está relacionada à experiência do cliente. Diversos indicadores revelam ganhos e experiências positivas nesse sentido. Uma delas é a recuperação de 35% das dívidas de inadimplentes curtos, ou seja, com atraso de 30 dias, pelo canal de atendimento digital, o que revela a preferência dos clientes por contatos que promovam negociações mais flexíveis e menos constrangedoras.

Todos esses avanços foram obtidos em meio à sucessão na presidência da instituição. Gabriel Ferreira, que está no banco BV há oito anos e com passagem pelas áreas de Estratégia Corporativa, Varejo, Marketing e Inovação, assumiu o posto em setembro de 2019. Esse processo seguiu o planejamento estratégico da companhia, sem rupturas, o que demonstra a maturidade dos processos de gestão de sucessão.